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7 DICAS PARA QUEM QUER MONTAR UM E-COMMERCE.

.:: 7 DICAS PARA QUEM QUER MONTAR UM E-COMMERCE. ::.
14/03/2017

1. É preciso convencer o cliente

Quem está pensando em investir em um e-commerce precisa entender que o modelo de venda, se comparado ao da loja física, é muito diferente. No ponto tradicional, o processo todo é auxiliado pelo vendedor, que é responsável por influenciar os consumidores no momento de decisão. Já no mundo virtual, o empreendedor não pode contar com essa “força” na hora da venda. Por isso, a plataforma deve ser montada para agradar o público-alvo, com layout e linguagem que tenham a ver com essas pessoas. Dessa forma, fica mais fácil conquistar quem compra online – mesmo quem usa as lojas físicas para testar os produtos. Há quem teste o produto na loja e realize a compra na hora, pelo celular. Se a sua plataforma oferecer uma boa experiência, as chances de você conquistar aquela compra aumentam.

2. Entrega rápida faz diferença

Outro fator que pesa contra os comércios eletrônicos é o imediatismo. Para alguns clientes, a conveniência de levar o produto para casa na hora conta mais que os descontos do e-commerce. Por isso, é preciso que o site ofereça modelos de entrega rápida. Assim, será mais competitivo em relação às lojas físicas.

3. Força na capacitação

Escolher o produto, definir o cliente e desenvolver um modelo de negócio. Quem quer abrir um e-commerce precisa ter esses fatores delimitados. Além disso, não basta ter expertise somente na área de marketing, por exemplo. O empreendedor deve identificar com antecedência as áreas em que mais falha.

4. Não é tão simples quanto parece

Existem no mercado plataformas prontas de comércio eletrônico. No entanto, fazer esse tipo de negócio dar certo está longe de ser uma missão simples. Quem começa um e-commerce sem o planejamento necessário fatalmente vai fechar em pouco tempo. Empresários que já têm lojas físicas costumam cometer esse erro. Ele precisa saber que o mundo virtual possui suas próprias nuances. É uma operação completamente diferente, que exige muito estudo e planejamento.

5. Cuidado na transição

Se o empreendedor possui um negócio tradicional, ele já deve ter desenvolvido uma operação logística. Talvez tenha também um software de gestão e um bom conhecimento de mercado. Essa estrutura será útil na transição da empresa para o comércio eletrônico. Nessa hora, o empreendedor terá de investir no site, incluindo conteúdo e boas fotos dos produtos. Um alerta: cuidado com a gestão de estoque. Como há duas operações para o empresário gerenciar – a física e a online –, o acompanhamento do inventário fica mais complexo. Se o item acaba no estoque, não pode continuar disponível no e-commerce.

6. Procure se destacar

Os grandes players são pouco especializados. Muitos têm se transformado em grandes marketplaces, contando com a operação de diversas lojas dentro de um grande agregador. Por isso, a empresa menor ou iniciante pode focar em nichos. Quando o negócio se identifica com um público específico e o fideliza, ganha destaque no mercado. Há quem possa achar a segmentação um limitador, mas essa estratégia se mostra mais assertiva. Outra dica é investir em marketing digital, como AdWords do Google e Facebook. Essas ações geram engajamento entre os clientes e a sua loja. É um esforço de mídia que, no meio online, traz muito retorno.

7. É um setor em alta

Com o aumento da confiança das pessoas em realizar transações online, o e-commerce vem ganhando cada vez mais força. É um mercado sem fronteiras, com muito a crescer no país ainda. Antes a pessoa tinha receio de colocar os dados do seu cartão de crédito em um e-commerce, por exemplo. Isso está mudando porque as empresas têm passado segurança. Outro fator que ajuda o comércio eletrônico é o desenvolvimento de plataformas para os smartphones. Dessa forma, todo mundo pode andar com seu produto no bolso. Teremos um crescimento exponencial nos próximos anos.

 

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